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sexta-feira, 29 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Acabo de Ler...
O Livro de Jó ou Job é um dos livros sapienciais do Antigo Testamento e da Tanakh, vem depois do Livro de Ester e antes do livro dos Salmos. É considerada a obra prima da literatura do movimento de Sabedoria. Também é considerada uma das mais belas histórias de prova e fé. Conta a história de Jó, onde o livro mostra que era um homem temente a Deus e o agradava.
As inúmeras exegeses presentes neste livro são tentativas clássicas para conciliar a coexistência do mal e de Deus (teodicéia). A época em que se desenrolam os fatos, ou quando este livro foi redigido, é controverso. Existe uma famosa discussão no Talmud a este respeito.
A autoria de Jó é incerta. Alguns eruditos atribuem o livro a Moisés. Outros atribuem a um dos antigos sábios, cujos escritos podem se encontrados em Provérbios ou Eclesiastes. Talvez o próprio Salomão tenha sido seu autor. O livro de Jó também é considerado o livro mais antigo da Bíblia, mais até que o livro de Gênesis.
sexta-feira, 15 de março de 2013
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
hoje fui ao teatro ver...
Enquanto lê seu guia de viagem sobre o exótico e misterioso Afeganistão, a Sra. Ceiling nos conduz em uma jornada de aceitação do Outro e de suas diferenças. Com ela, viajamos para Cabul, a cidade no coração do mundo que o mundo esqueceu, um território devastado que há tantas décadas sofre com a guerra e suas consequências.
Tradução, adaptação e direção: Zé Henrique de Paula
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
acabo de ler...
Dia 13 de junho é dia de Antônio, o santo casamenteiro. Mas quem foi este homem humilde que se tornou um dos ícones mais populares da cristandade latina? Fernando Nuno nos revela nesta biografia como Antônio descobriu sua vocação e superou tentações e dificuldades para segui-la. Também conhecido como 'santo do povo', dedicou-se, sobretudo, a promover o amor em seu sentido mais amplo - entre homem e mulher, entre Deus e suas criaturas, além da paz entre os inimigos. Nascido Fernando Martins de Bulhões, há oitocentos anos, mudou seu nome para Antônio em homenagem ao eremita Santo Antão - fundador do movimento monástico -, quando entrou para a ordem dos franciscanos. Viveu num período rico em acontecimentos, no auge das Cruzadas - época de violência e intolerância, mas na qual também estavam sendo criadas as primeiras universidades e as catedrais. Em meio a um cenário de grandes conflitos, surgia alguém que combatia a violência e a ignorância apenas com a palavra, o debate. Um homem que dedicou sua vida ao auxílio ao próximo e que ficou famoso por seus sermões e milagres. Quase à margem da História oficial, Antônio se dedicava ao povo mais humilde, levando consolo e tranqüilidade aos ambientes perturbados e pobres da época.
sábado, 8 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
hoje fui ao teatro ver...
"Utopia" é o tema que norteará o sexto ano do ciclo 7 Leituras, 7
Autores, 7 Diretores, de maio a novembro. A leitura dramática de hoje foi o texto "Democracia", com direção e coordenação geral de Eugênia Thereza de Andrade.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
hoje fui...
Caravaggio e Seus Seguidores
Como diz seu título, a mostra Caravaggio e Seus Seguidores ainda exibe 15 pinturas realizadas por artistas contemporâneos do pintor, de gerações distintas e de origens italiana, francesa, espanhola e flamenga.
Como para as demais exposições temporárias e mostras de obras do acervo realizadas pelo MASP, Caravaggio e seus seguidores tem um programa educativo elaborado especialmente para atender aos visitantes, professores e alunos de escolas públicas e privadas. As visitas orientadas são realizadas por uma equipe de profissionais especializados.
domingo, 12 de agosto de 2012
acabo de ler...
O corpo de uma garota é descoberto em um campo de trigo. Em sua carne mutilada, marcas de garras. O Lobo havia quebrado a paz. Quando Valerie descobre que sua irmã foi assassinada pela lendária criatura, ela acaba mergulhando de forma irreversível em um grande mistério que vem amaldiçoando sua aldeia por gerações. A revelação vem com Father Solomon: o Lobo habita entre eles — o que torna qualquer pessoa do vilarejo suspeita. Estaria Peter, sua paixão secreta desde a infância, envolvido nos ataques? Ou seria Henry, seu noivo, o Lobisomem que assola as redondezas? Ou, talvez, alguém mais próximo? Enquanto todos estão à caça da besta, Valerie recorre à Avó em busca de ajuda; ela dá à neta uma capa vermelha feita à mão e a orienta através da rede de mentiras, intrigas e decepções que vem controlando o vilarejo por muito tempo. Descobrirá Valerie o culpado por trás do lobo antes que toda a aldeia seja exterminada?
* Alguma coisa no livro não me surpreendeu, achei meio vago...
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
acabo de ler...
O livro foi concluído em Petrópolis, Rio de Janeiro, no mês de maio de 1958. Sua 1ª edição foi lançada pela Livraria Martins Editora, São Paulo, 1958, com 453 páginas, capa de Clóvis Graciano e ilustrações de Di Cavalcanti.
O romance entre o sírio Nacib e a mulata Gabriela, talvez o personagem feminino mais sedutor criado por Jorge Amado, tem como cenário os anos 20,em plena luta pela modernização material e cultural de Ilhéus, então em franco desenvolvimento graças às exportações de cacau. O eixo da história é a relação delicada e complexa entre as transformações materiais e as idéias morais. Com sua sensualidade inocente, a cozinheira Gabriela
não só conquista o coração de Nacib como também seduz um sem-número de homens ilheenses, colocando em xeque a férrea lei local que exigia que a desonra do adultério feminino fosse lavada com sangue.
Escrito em 1958, Gabriela, cravo e canela logo se tornou um sucesso mundial. Na televisão, a história se transformou numa das novelas brasileiras mais aclamadas mundo afora. No cinema, Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e Gabriela, por Sônia Braga.
O romance entre o sírio Nacib e a mulata Gabriela, talvez o personagem feminino mais sedutor criado por Jorge Amado, tem como cenário os anos 20,em plena luta pela modernização material e cultural de Ilhéus, então em franco desenvolvimento graças às exportações de cacau. O eixo da história é a relação delicada e complexa entre as transformações materiais e as idéias morais. Com sua sensualidade inocente, a cozinheira Gabriela
não só conquista o coração de Nacib como também seduz um sem-número de homens ilheenses, colocando em xeque a férrea lei local que exigia que a desonra do adultério feminino fosse lavada com sangue.
Escrito em 1958, Gabriela, cravo e canela logo se tornou um sucesso mundial. Na televisão, a história se transformou numa das novelas brasileiras mais aclamadas mundo afora. No cinema, Nacib é vivido por Marcello Mastroianni, e Gabriela, por Sônia Braga.
trecho:
“Foi quando surgiu outra mulher, vestida de trapos miseráveis, coberta de tamanha sujeira que era impossível ver-lhe as feições e dar-lhe idade, os cabelos desgrenhados, imundos de pó, os pés descalços.
Voltou a examiná-la, era forte, por que não experimentá-la?
- Sabe mesmo cozinhar?
- O moço me leva e vai ver…”
* coincidências à parte, acabei de ler o dia exatamente hoje, aniversário de morte do autor.
sábado, 28 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
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