sábado, 16 de janeiro de 2010


(...)Numa noite escura, um homem andava no meio de uma floresta. De repente, ele caiu. A única coisa que conseguiu fazer foi segurar-se em um galho. Quando olhou para baixo, só viu escuridão. Começaram então os pensamentos catastróficos: “Eu vou cair neste abismo e vou morrer... Este galho não vai agüentar, eu vou me machucar todo”. À medida que o tempo passava, o galho ia se desprendendo, e cada vez mais o homem se desesperava, com medo de cair e morrer. A claridade foi chegando com a manhã, e então ele percebeu que estava com os pés a apenas quarenta centímetros do chão e que todo o seu medo e sofrimento tinham sido infundados.
Assim fazem as pessoas que não se soltam das raízes do passado para voar em direção aos sonhos do presente. Ficam com medo de se arrebentar, quando, na realidade, o salto a ser dado tem pouco mais de quarenta centímetros: a distância que separa o cérebro do coração.(...)

* "roubei" emprestado esse trecho da net mas não consigo achar o autor... se alguém souber.

5 comentários:

Fabiana Folly disse...

Uau! Verdade! Dá um medo danado o desconhecido, mas quando olhamos para ele de frente vemos que não é nenhum bicho de sete cabeças.
Abraços!

Edson Cacimiro disse...

O segredo é esse: encarar nossos medos de frente. Obrigado pelo comentário Fabiana, seja bem vinda.

DIREÇÃO DA CONTEMPLO disse...

Eu ainda não tinha visto este teu post. Na semana passada, se eu tivesse visto ele, eu teria tido um sábado mais tranquilo pois ainda tenho estado um pouco preocupado com o que os meus os medos podem ocasionar em mim e em você.

Te curto mto cara.

Edson Cacimiro disse...

Tem que olhar sempre Alexandre!!
heheheh abraço.

FLOREDULCINA disse...

Belo post.